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Malária: conheça mais sobre essa doença

Para entender mais sobre a malária, seus sintomas, quais são os métodos de prevenção e tratamentos, clique no post.


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Malária: conheça mais sobre essa doença

Não é porque algumas doenças caem no esquecimento e não são tão citadas na nossa rotina que isso quer dizer que elas desapareceram. A malária ainda afeta milhões de pessoas todos os anos ao redor do mundo, inclusive no Brasil, e está longe de ser eliminada. Por isso, é muito importante ter conhecimento a respeito de como preveni-la, diagnosticá-la e, é claro, tratá-la. Siga na leitura do texto para entender mais sobre o assunto.

O que é a malária e como ela é transmitida

A malária é uma doença infecciosa aguda, causada por protozoários do gênero Plasmodium, transmitido para os seres humanos por meio da picada da fêmea do mosquito Anopheles. Considerada não contagiosa, ela não é passada de pessoa para pessoa via contato direto, mas em raros casos, de acordo com a Fiocruz, pode ser transmitida pelo compartilhamento de seringas, por transfusão de sangue ou da mãe para o feto, durante a gravidez.

A malária é transmitida a partir da picada da fêmea do mosquito Anopheles, portadora do protozoário causador da doença.

A doença precisa de atenção porque, apesar de ter tratamento, é capaz de evoluir rapidamente para sua forma grave se não for diagnosticada a tempo.

Tipos de malária

Existem cinco espécies de parasitas da malária que podem infectar seres humanos, e eles atuam no organismo de maneiras diferentes.

Os tipos Plasmodium vivax e Plasmodium falciparum são os mais comuns, que causam os sintomas clássicos da doença, sendo que o segundo é o maior responsável pelos casos letais. O primeiro, por sua vez, pode permanecer por muito tempo no fígado, em estado latente — inativo, porém, liberando parasitas maduros para a corrente sanguínea. A maior questão aqui é que a maioria dos medicamentos contra malária não atuam contra os protozoários inativos, o que faz com que a infecção tenha muitas chances de reincidência.

Outros tipos, menos comuns, são o Plasmodium ovale, que também pode permanecer no fígado e atuar de forma parecida ao vivax; o Plasmodium malariae, mais difícil de detectar por ser capaz de passar meses ou até anos na corrente sanguínea sem causar qualquer sintoma; e, por fim, o Plasmodium knowlesi, mais raro entre os cinco, que infecta principalmente macacos mas também pode causar malária em humanos (é encontrado, especialmente, no sudeste asiático).

Sintomas da malária

Os sintomas da malária começam a aparecer cerca de uma semana após a picada do mosquito e a infecção pelo protozoário. As manifestações mais comuns da doença são febre, calafrios, suor excessivo e dor de cabeça.

Podem aparecer também dores musculares, cansaço, episódios de vômito, falta de apetite e taquicardia.

A evolução da doença para casos mais graves, conhecidos como “malária cerebral”, pode ser identificada por prostração, alterações de consciência, convulsões, dispnéias, hipotensão arterial e hemorragias. Casos como esses respondem por cerca de 80% das mortes causadas pela doença.

Como diagnosticar a malária

O diagnóstico definitivo de malária se dá por meio da detecção do parasita (ou de antígenos relacionados a ele) no sangue do paciente. Esses exames devem ser requisitados por um médico a partir da avaliação clínica e do relato dos sintomas.

O método diagnóstico oficialmente adotado no Brasil é chamado de gota espessa, e é uma forma simples e eficaz de detectar a malária, além de ter baixo custo de realização. Ele se baseia na visualização do protozoário por meio de microscopia óptica após uma coloração que realça sua diferenciação específica.

O exame da gota espessa é o método mais recomendado para o diagnóstico da malária.

Existe também a opção do teste rápido de antígeno, que tem 95% de eficácia quando comparado ao exame de gota espessa. Esse método, no entanto, é mais indicado apenas em situações onde não é possível a realização do primeiro, como em áreas longínquas e com difícil acesso aos serviços de saúde.

Como se prevenir

A vacina da malária é extremamente recente e, por enquanto, recomendada pela OMS apenas para crianças em áreas de grande risco de infecção (em especial na África Subsaariana). Por isso, e levando-se em consideração que o protozoário é transmitido principalmente por meio da picada do mosquito, os principais métodos de prevenção estão relacionados à proteção contra o inseto — tanto de maneira individual como coletiva.

O uso de mosquiteiras, telas, repelentes e roupas que protejam pernas e braços em áreas de risco são medidas relevantes, assim como o uso de borrifadores de ambiente e repelentes de tomada e, é claro, as manutenções e cuidados relacionados a evitar a proliferação do mosquito.

Tratamento para malária

A malária tem cura, e o diagnóstico precoce é essencial para que o protocolo de tratamento seja iniciado o mais rápido possível, impedindo assim a evolução da doença para suas formas mais graves e letais.

O tratamento se dá por meio da administração de medicamentos específicos de acordo com o caso (leva-se em consideração o tipo do protozoário e o grau de evolução da doença) e é muito importante que o protocolo seja seguido até o fim, porque muitas vezes os sintomas são interrompidos antes do término da infecção.

É preciso, também, que o paciente continue em acompanhamento mesmo após a cura, já que é bastante comum que haja recaídas e a infecção volte a se desenvolver.

Falar em medicamentos, no entanto, é falar do serviço AME, da rede de farmácias Pague Menos. O serviço oferece toda a estrutura e tecnologia necessária para armazenar e controlar medicamentos inovadores, inclusive pertencentes ao protocolo contra a malária.

A central telefônica do programa está disponível em todo o Brasil e conta com equipes multidisciplinares para garantir o melhor atendimento e esclarecer dúvidas. Para conhecer mais sobre esse serviço, é só clicar no banner abaixo.